havana

 

Havana, capital de Cuba, tem o clima subtropical e uma composição étnica formada a partir da mistura de espanhóis e africanos e também dos povos sul-americanos. Essa influência pode ser percebida na culinária, nos costumes religiosos e no estilo de vida cubano. A atividade econômica que mais cresce no país é o turismo.

Cheia de prédios e carros antigos, sua arquitetura chama bastante a atenção de turistas. Embora tenha pouco acesso a tecnologias avançadas, o país é uma ilha que faz parte do complexo de belezas naturais mais requisitados do mundo: o Caribe.

Segundo o Relatório de Monitoramento Global de Educação da Organização das Nações Unidas de 2015, o país foi o único da América Latina e Caribe a alcançar todos os objetivos. Desde então, a Jornada Continental pela Democracia reúne, em Havana, representantes de vários países para discutir novas perspectivas acerca da integração entre os povos, justiça ambiental e social, e feminismo.

Em 2020 o país foi eleito membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU e atualmente, apresenta um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do mundo. O analfabetismo foi praticamente erradicado e até hoje o país mantém uma educação de alta qualidade do ensino básico até o superior.

Na questão de gênero o país evoluiu bastante. Em 1965, Cuba se tornou o primeiro país da América Latina a legalizar o aborto sem restrições. As mulheres cubanas tiveram melhorias em seus direitos, incluindo à participação na vida pública. Atualmente metade do parlamento cubano é composto por mulheres. Lá, a Federação das Mulheres Cubanas (FMC), uma entidade feminista, organiza várias ações de combate à violência de gênero. Além disso, na cidade, a comunidade LGBTQIAP+ é bem atuante e tem conquistado muito espaço nas últimas décadas.

Cultura Negra:
Trazida pelos povos africanos, a rumba é uma dança cubana celebrada todos os anos pelas ruas de Havana, que desde 2016 é considerada patrimônio cultural imaterial da humanidade pela Unesco. O ritmo é um elemento fundamental da identidade cubana.

Pessoas pretas e mestiças correspondem a mais de 30% da população cubana e o país progrediu bastante na questão do acesso igualitário à saúde, educação, emprego e à cidadania. O racismo ainda se manifesta em algumas esferas da sociedade, mas a frente ativa contra o racismo se organiza por meio de diversos grupos antirracistas como Confraria da Negritude, a União de Escritores e Artistas de Cuba e o grupo Afrocubanas, que traçam estratégias de enfrentamento das desigualdades de gênero e raça.

Lugares para conhecer em Havana:
Capitolio Nacional
Museu Nacional de La Revolución
Museo del Ron
Farmacia Museo Taquechel (gratuito)
Hotel Parque Central
Plaza de La Revolución
Avenida Malecon

  • Pré-requisitos:

Tempo mínimo de programa: 2 semanas
Tempo máximo de programa: Não há limite
Idade mínima: 18 anos
Nível do idioma: Português ou Espanhol (qualquer nível)

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